ajudinha informatica

blog com dicas e ajuda em informatica e conhecimentos em geral

Saiba como usar melhor seu pendrive e aumentar a vida útil dele

A possibilidade de carregar fotos, músicas e arquivos em geral com até 16GB de tamanho fez com que os pendrives caissem na graça de muita gente. No entanto, a aparência e operação simples desse acessório muitas vezes fazem com que o usuário sequer imagine que é preciso alguns cuidados ao manipulá-lo, principalmente na hora de desplugá-lo da porta USB de seu computador.

Da mesma forma que os discos rígidos precisam se “preparar” antes do PC ser desligado para evitar erros e perdas de dados, o chaveirinho flash também deve ser “ejetado” ou desmontado antes de ser desconectado. Por isso, sempre que não precisar mais usar algum arquivo que esteja em seu pendrive, nada de retirá-lo abruptamente do seu PC, caso contrário, poderá danificar a porta de entrada USB ou o próprio chaveiro de memória. O termo desmontar serve para ilustrar a técnica de tornar uma unidade de armazenamento offline em relação ao processador. Quando isso ocorre, a memória flash bloqueia o acesso aos dados, preservando-os tal qual foram deixados na última vez que foram acessados.

Mas quando o usuário se esquece disso e de repente despluga-o da porta USB, pode ocorrer uma faísca em seus contatos, algo que pode ser interpretado pelos circuitos da memória flash como uma nova entrada ou apagamento de dados. Essa confusão elétrica pode muito bem afetar não só os dados gravados lá pelo usuário, mas também o sistema de arquivos da memória. Nesse último caso, o pendrive se torna inacessível, pois ele passa a não reconhecer os arquivos que estão dentro dele e, por isso, “se recusa” a ser montado novamente no sistema.

E agora? Já fiz o que não devia…

Fique calmo. Se isso aconteceu, não há porque se preocupar. Você pode baixar um aplicativo bem útil nessas horas que se chama HP Format Utility for USB Flash Drivers. Se o seu pendrive não queimou por conta do faiscamento, esse programinha gratuito é capaz de acessar o conteúdo ainda intacto que estiver gravado no chaveiro. No melhor estilo Windows Explorer, esse utilitário mostra as pastinhas ou arquivos que lá estiverem e possibilita que sejam arrastados para a área de trabalho de seu computador, por exemplo. De quebra, ele pode formatar o seu chaveiro USB, deixando-o pronto para a próxima gravação.

Mas se mesmo com esse programa o seu pendrive não funcionar, má notícia. O seu aparelho de memória provavelmente passou dessa para melhor. O jeito será adquirir outro e, a partir de agora, usá-lo corretamente.

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24 de março de 2009 Posted by | como usar, dica, HTML, Jogos, pc | Deixe um comentário

Como ser webdesigner em uma semana, isso é possivel?

Como em qualquer curso que se preze, é fundamental a busca da qualidade, para quem ministra e para quem procura o estabelecimento de ensino. Pelo menos esta é a regra.

Hoje há um verdadeiro boom de escolas de informática apresentando cursos de Formação de Webdesigner, rotulando erroneamente o trabalho dos profissionais que desenvolvem sites e oferecendo custos a partir de R$ 40,00 mensais.

Infelizmente, é a exploração da credulidade alheia. Não se forma um “webdesigner” em 40, 50, 100 horas de aula.

Necessita–se muito mais, pois envolve conceito de cores, noçõesbásicas de manipulação de banco de dados, conhecimento de interatividade e, o principal, pelo menos o domínio da língua pátria.

Não se pode descartar, portanto, a necessidade do aluno ter pelo menos o ensino médio completo (o antigo segundo grau), requisito que não é obrigatório na maioria dos cursos que estão aparecendo por aí. Incrivelmente, há cursos que não exigem escolaridade, conhecimento de internet e alguns sequer o conhecimento de computadores.

Certa vez acompanhamos uma ação de telemarketing, onde um vendedor buscava convencer alguém a fazer um curso entitulado “Webdesigner” com um custo de R$ 970 ecarga de 55 horas,sob o argumento de que este investimento retornaria noprimeiro mês de trabalho. Afinal, o salário de um webdesigner está, no mínimo, em R$ 1.800 mensais.

Numa época em que o mercado começa a dar sinais de reestruturação, a tendência é torná–lo mais exigente quanto aos profissionais. Um curso não significa garantia de sucesso na profissão. O lado autodidata e intuitivo nesta área tem papel preponderante na busca do conhecimento.

Portanto, a quem pretende adentrar na área aconselhamos utilizar a própria internet para coletar informações que ajudem na formação da convicção. Visite sites de escolas, obtenha apostilas e tutoriais e procure aprofundar–se cada vez mais no assunto. Procure relacionar–se com pessoas que já atuem na área e fazer cursos através de escolas indicadas por colegas. Desconfie sempre de anúncios fantasiosos.

É impossível desmerecer a expectativa de muitos que se matriculam em um curso voltado para a web. Já presenciamos casos de alunos que depois de 10 horas de curso já começavam a ver as coisas com olhos mais críticos, podendo deduzir que aquele curso serviria somente para enriquecer o currículo, e, no máximo, desenvolver a página de algum parente.

Outro aluno, por exemplo, durante um curso de criação de websites, em módulo que abordava 20 horas de Photoshop, se apaixonou pelo software. Tornou–se designer e trabalha contente em uma gráfica. Internet para ele agora é só para e–mail e chat. Um terceiro aluno achou tão interessante uma rotina de Javascript, que emendou com um curso de VB. Hoje só faz software para videolocadoras e postos de gasolina. Usa a internet para mandar orçamento.

Assim, quem está pensando em fazer um curso para trabalhar na web, não se desencoraje. Apenas lembre–se que TODA a área de informática sempre será muito promissora, valendo para isso o nível de vontade e dedicação.

Em todo ciclo econômico sempre há uma seleção natural, o que vai ajudar a reduzir a oferta de cursinhos que exploram a credulidade alheia e também a de consumidores dispostos a fomentar este mercado.

Faça você a sua parte.

24 de março de 2009 Posted by | computador, dica, dicas, HTML, internet, Marketing | Deixe um comentário

Estruturando a informação em um site

Arquitetura da informação: critérios para analisar a estrutura de um site e algumas questões que costumam aparecer quando se cria um projeto gráfico para a web.

Ao desenhar uma estrutura para a internet, podemos ter em mente alguns princípios básicos, que nos ajudam a organizar a informação em um site.
O primeiro passo é definir a estrutura, que é o grande sustentáculo do site. Ela define a natureza do site como produção gráfica (forma) e navegação (processos). Cria um padrão que é extremamente importante na análise do site, além de sistematizar o processo de produção.
“Organização é mensagem”, dizia Norbert Wiener, criador da cibernética. E é exatamente isso que o designer deve ter em mente ao desenhar uma estrutura para a internet.
Estética x funcionalidade
A estrutura do site deve ser o espelho de seu conteúdo, assim como das ações e tarefas de seu usuário. Não adianta o site ser coerente, em termos estéticos, se na prática não funciona. A produção gráfica deve ser apropriada ao meio em que está inserida.
Podemos citar alguns exemplos de estruturas utilizadas no desenho do site, a partir de critérios gráficos, práticos ou de navegação.
Estrutura gráfica
É aqui que se define o princípio unificador do projeto. Define–se qual será a tipografia (família de fontes) a utilizar, qual palheta de cores será aplicada no projeto, seus elementos gráficos (ícones, imagens, etc.) e qual será a estrutura gráfica, ou grade (grid ou template) que sustentará a composição.
Pragmática
Qualquer parte do site é expansível? Sim, se minha grade estiver adaptada para receber esses elementos (texto, imagens, etc.) e me disser como serão dispostos.
Posso aplicar essa ou aquela fonte? Sim. Se o tipo estiver definido no meu style sheet e sua aplicação tiver coerência.
Posso aplicar uma determinada cor em uma página? Sim. Se a cor estiver na palheta de cores que foi definida para o site e sua aplicação tiver coerência.
Estrutura de navegação
Não vou conseguir sair de lugar algum se a navegação não estiver visível e colocada estrategicamente. O ideal é que usuário saiba onde está, por onde passou e para onde pode ir.
Metaforicamente, no processo de desenho do site, cada elemento (texto, imagem, etc.) é um ponto localizado em um gráfico.
O ponto representa onde estou (exemplo: texto).
Retrocedendo no seu eixo (x), vou para um arquivo.
Prosseguindo no eixo (x), vou para outro texto.
Movendo no eixo (y), vou a partes deste mesmo texto.
Paralelamente a este eixo tenho itens relacionados ao texto.
Tangenciando, tenho itens que não apresentam relação direta com este texto (banner ou texto de últimas notícias, por exemplo).
Movendo no eixo (z) vou a outro site.
Movendo nos eixos simultaneamente (x, y, z ou x, y) realizo uma busca.
Mais pragmáticas
Por que os menus são colocados no lado esquerdo do site? Porque o processo de leitura (ocidental) é da esquerda para a direita, e de cima para baixo (formando um vetor de 45 graus da parte superior esquerda a inferior direita).
A área de importância é onde o usuário termina a leitura; logo, a parte direita do site, onde deve estar o conteúdo. Se o menu estiver na parte direita, além de estar ocupando a parte nobre do site, estará fornecendo um comando para trás.
Devo usar texto renderizado em imagem no menu? Sim e não. O ideal é que texto sempre seja texto. Mecanismos, como o usado pelo Google, fazem pesquisa a partir do conteúdo do site em texto. O texto pode ser renderizado em sites que não possuem conteúdo dinâmico e não têm foco na informação.
E menu desenvolvido em Flash? Não! Nunca use menu em Flash. Flash é software para animação, e não para navegação!
Outras estruturas
Outras estruturas devem ser consideradas no desenho de um site, como a estrutura de organização (posição, indexação etc.); a estrutura de programação (carregamento, uso de mídias, otimização etc.) e estrutura de crescimento (atualização, expansão, grupos vinculados etc.).

24 de março de 2009 Posted by | como usar, dica, dicas, HTML, internet, Marketing | Deixe um comentário

Dez dicas básicas que podem salvar um site

Usabilidade for dummies: por mais óbvios que possam parecer estes pontos, a maioria dos sites com pretensões profissionais escorrega em alguns deles. Confira o básico e aprofunde depois.

Existem inúmeras razões para que tão poucos sites estejam trazendo retorno para as empresas. Uma delas pode ser o design. Confira este roteiro inicial e veja se a apresentação de seu site está atrapalhando suas chances de sucesso:

1. Menos é mais. Faça o site leve e rápido

Se você esta vendendo um produto ou serviço na internet, mantenha o foco em sua mensagem. Ninguém quer ver um layout cheio de animações e gravuras que nunca terminam de baixar.

Tenha em mente que se não ajuda a vender, não serve. Não faça nada só porque os outros estão fazendo. Construa um site para agradar ao cliente, não ao chefe.

Lembre–se que “a imagem seduz, mas é o texto que vende”. Se você quiser passar sua mensagem, não deve escondê–la. Use um layout limpo e elegante, clean. Simples, mas não simplório.

Você tem apenas alguns segundos para conquistar a atenção do visitante. Mantenha as páginas leves, use poucas imagens, bem colocadas e comprimidas. O texto deve ser direto e objetivo. Especialmente na página inicial.

2. Padrão

Todos nós temos uma “zona de conforto”. Gostamos de nos sentir acomodados e seguros. Imagine chegar em casa todos os dias e a cor das paredes estar diferente? No começo pode ser legal, mas depois de algum tempo, você começa a ficar ansioso e inseguro.

Da mesma forma, mudar radicalmente a cara de cada página pode tornar as pessoas confusas e impacientes. Elas podem pensar que estão em outro site e quando você menos espera, estarão mesmo.

Mantenha o mesmo padrão em todas as páginas. É fácil, basta:

– Usar as mesmas cores, molduras, botões, fontes e demais elementos em todas as páginas;
– Deixar a logomarca da empresa sempre na mesma posição;
– Se o menu está à esquerda, deixe–o lá o tempo todo, se estiver à direita, idem.

Além de tudo, mantendo um layout padronizado você passa uma impressão mais profissional. Pense no Mac Donald`s: uma franquia com centenas de lojas em todo o mundo, todas iguais. Você sabe que em todas elas vai encontrar o mesmo serviço e a mesma satisfação.

3. Navegação

A palavra chave é simplicidade. A internet já é um labirinto de informações. Conheço diversas pessoas que ficam loucas quando têm que achar alguma coisa. Então não complique, torne a navegação em seu site simples e direta.

Todas as páginas devem estar a dois, no máximo, três cliques de distância umas das outras. Você pode conseguir isto colocando menus para as áreas principais do site em todas as páginas.

Uma forma de testar a navegação do site é chamar alguém, de preferência sem muito conhecimento. Peça a ele que encontre alguma coisa que VOCÊ sabe que está lá, só não diga como. Outra forma é imaginar–se um iniciante na internet e verificar se seria difícil encontrar alguma informação.

4. Fale conosco

Já tentou entrar em contato com a empresa e se perdeu no labirinto de links e páginas sem encontrar o e–mail ou telefone para contato? Eu já e aquela empresa perdeu um possível cliente.

Para evitar este problema, coloque seu e–mail em todas as páginas. Se necessário faça um formulário de contato com poucos campos para o usuário preencher. Apenas o nome, e–mail, telefone (caso haja algum problema com o e–mail) e um espaço para a mensagem são necessários. Você poderá pedir as outras informações mais tarde. O importante agora é fazer contato.

5. Logos e imagens

Como ninguém gosta de esperar dois minutos para ver uma gravura carregar, mantenha suas imagens a um mínimo possível. Se você tem que usar muitas imagens para passar sua mensagem, uma palavra: compressão.Imagens são uma parte importante do site, mas podem torná–lo muito pesado. Para evitar ou pelo menos minimizar este problema, use compressores de imagens. Existem diversos disponíveis no mercado, inclusive alguns gratuitos.

6. Fontes (famílias de tipos de letra)

Procure usar apenas uma fonte em todo o site. Se quiser usar mais de uma, use apenas para destaques, citações e títulos. Mantendo a variação de tipos de letras ao mínimo, você garante um visual mais padronizado e limpo. É muito mais profissional.

Outra razão é que há poucas “fontes padrão” na internet. Arial, Verdana, Courier e Times New Roman são algumas delas. Se você usar alguma fonte fora dos padrões, pode ser que os usuários não vejam as páginas como foram criadas. Mantenha o padrão.

7. Espaço em branco

Tão importante quanto as notas de uma canção são as pausas. Pergunte a qualquer músico.

O mesmo ocorre no design de qualquer peça publicitária. Deixe que as palavras saltem da tela, colocando bastante espaço entre elas. Deixe o texto respirar. Use margens à esquerda e a direita.

Seguindo estas sugestões, o visual ficará muito mais limpo, agradável e profissional.

8. Becos sem saída

Um beco sem saída é uma página aonde não existem links para sair dela.

Pense no site de uma forma que não precise dos botões do browser para navegar, ou seja, se precisar clicar no botão voltar, tem alguma coisa errada.

Você pode colocar um link nas páginas, mas esta não deve ser a única forma de sair da página.

9. Links mortos

Links mortos são aqueles que estão no menu, mas ainda não foram criadas as páginas correspondentes ou, pior ainda, levam a uma “página em construção”.

Se a página não existe ou não está completa, não coloque indicações para ela, no futuro você poderá colocar os links e destacar que a página é nova, tornando o conjunto mais dinâmico e trazendo maior impacto. Além de tudo, links mortos dão um ar de falta de profissionalismo.

Páginas com a mensagem “em construção” causam frustração, pois o visitante espera encontrar a informação, mas ela não está lá.

Veja que um site de verdade estará sempre em construção. A construção só termina com o fim do site ou da empresa.

10. Links quebrados

Teste todos os links em todas as páginas, sempre. Links quebrados, ou seja, os que levam a páginas de erro ou não existentes, são outro fator de frustração e falta de profissionalismo.

Se você tem muitos links externos (para outros sites), teste–os de vez em quando para manter a integridade do site.

Sua opinião

Usabilidade é um assunto que gera muita polêmica entre profissionais envolvidos no desenvolvimento de web sites. Se você quiser expressar a sua opinião, ela será muito bem–vinda e, se permitir, será publicada aqui. 

Envie comentários por aqui.


Certamente estas dicas apenas não salvam um site do fracasso, mas tenha certeza que elas ajudam. Além de um bom design você vai precisar de um bom produto, tráfego, atendimento de qualidade e ferramentas de análise, mas isto é assunto para outro dia. Até lá.

24 de março de 2009 Posted by | Blospot, como usar, dica, dicas, google, HTML, internet, Marketing | Deixe um comentário

Recado para o aspirante a webdesigner

Pobre do iniciante que deseja aprender o que se chama de webdesign e acaba vítima de cursos oportunistas e conceitos equivocados, como o de confundir design com programação.

É só abrir os jornais e ver que eles continuam lá, os cursos que prometem ensinar alguém a ser webdesigner em questão de dias.

Desde a ultima publicação sobre este assunto aqui mesmo no [web insider] há seis meses (veja ao lado), parece que não mudou muita coisa. O iniciante, sem muita orientação, quer aprender (ou conseguir um emprego) e se vê tentado a freqüentar cursos milagrosos de webdesign que nem de longe dão conta do que uma pessoa realmente deve aprender para se tornar um.

É fácil encontrar empresas ensinando Dreamweaver e HTML em suaves prestações. Mas cabem aqui umas perguntinhas básicas: é possível ser um webdesigner sabendo apenas HTML? É possível, desconhecendo conceito de cores, elaborar um layout, por mais simples que seja? É possível ser um webdesigner sem saber Photoshop?

Muitas pessoas que estão nesses cursos nem sequer entendem estas perguntas mais conceituais, digamos assim, e desconhecem também a existência de softwares como Ilustrator, Flash, ou mesmo a existência de Netscape, Ópera, etc. e os problemas de incompatibilidade que convivemos no dia–a–dia.

Acreditem, existe curso que ensina HTML e faz com que os alunos criem botões no Paint do Windows. Como este aluno estará preparado para enfrentar o mercado? As empresas hoje exigem que um estagiário conheça HTML, SQL, ASP, PHP, Ilustrator, Photoshop, seja simpático e saiba fazer um bom café. Nosso amigo iniciante vai ter dificuldades.

Não se iluda: o mercado não está fervendo e fazer um curso não será garantia de um bom emprego. Pelo contrário – existem ótimos designers desempregados e outros tantos aceitando salários bem menores porque o mercado subitamente encolheu.

Cerca de um mês atrás a TV Globo exibiu uma reportagem em um de seus telejornais, onde uma empresa dizia que a oferta de emprego é muita para poucos profissionais e que cada vez mais pessoas procuram o curso. Hum… só faltou dizer que existe de fato demanda, mas para profissionais de verdade.

É claro que há necessidades mais simples. Entre o diretor de arte de uma grande agência de propaganda e o webdesigner de uma produtora bem modesta há um grande espaço. É claro que existem também ótimos cursos, mas com custo bem elevado, que tentam passar realmente a essência do design, da criação. É neste enorme espaço entre extremos que o nosso amigo iniciante precisa saber trafegar.
O importante para o iniciante, logo de cara, é ter a noção de que saber HTML e Dreamweaver não o tornará um webdesigner. Se este é o seu caso, pense bem antes de escolher algum curso – veja o conteúdo programático, analise se aquilo é realmente o que você quer fazer e nunca – nunca – confunda design com programação.

24 de março de 2009 Posted by | computador, dica, dicas, HTML, internet, Marketing | Deixe um comentário