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Abra o Gerenciador de Tarefas no Windows Vista com um só comando

Abra o Gerenciador de Tarefas no Windows Vista com um só comando

Ainda lembro dos bons tempos de XP, quando apertar Ctrl-Alt-Del fazia o Gerenciador de Tarefas do Windows abrir imediatamente? Pois é, este mesmo comando, se feito no Vista, produz um resultado completamente diferente: um menu de tela cheia com cinco opções – e o Gerenciador de Tarefas embaixo de todas elas.
Claro, no final das contas, trata-se de apenas um clique a mais, mas o fato é que não temos acesso direto ao gerenciador no Vista. É como ter que fazer uma ligação interurbana para um amigo que mora na casa do lado.

Felizmente, existe um atalho pelo teclado que nos leva diretamente ao Gerenciador de Tarefas. Pronto para saber? Pegue uma caneta e anote:


Ctrl-Shift-Esc

Difícil, não é? Agora, o que fazer para memorizar um comando tão extenso e complicado como esse? Lembre-se que as três teclas ficam na lateral esquerda do teclado. Isso deve ajudar.

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10 de junho de 2009 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

Como criar partições no Windows sem formatação

Como criar partições no Windows sem formatação

Criar partições no computador nada mais é do que dividir em várias partes virtuais o disco rígido (HD) da máquina. Esta é uma alternativa segura para quem precisa organizar os arquivos e programas armazenados de maneira que consiga trabalhar – independente – cada repartição.

A solução é muito utilizada também no caso de o usuário usar dois sistemas operacionais, como Windows e Linux, por exemplo, podendo gravá-los em áreas distintas do computador. Isso evita interferências ou danos nos sistemas operacionais.

Outra vantagem é a maior simplicidade na hora de reinstalar o sistema operacional, para manter o bom desempenho da máquina. Afinal, com arquivos salvos em uma parte distinta do PC, não há necessidade de fazer backup dos arquivos.

Como a partição permite que o usuário aumente, edite ou reduza o volume do disco rígido, o receio de perder dados no momento da execução é grande.

No entanto, algumas ferramentas ajudam a realizar o processo de forma simples e sem a necessidade de formatar o disco.
Um deles é o Partition Magic 8.0, da Symantec. Apesar de bem conhecido, o programa é pago (há uma versão gratuita, mas apenas para teste, e que não completa toda a operação), o que restringe o uso. O programa está disponível o para Windows nas versões 98/Me/2000 e XP.

Outro aplicativo é CompuApps SwissKnife3.22, gratuito. Com 4,34MB (ou seja, bem pequeno),  ele se mostra bastante eficiente na formatação, criação e eliminação de partições.

O Cute Partition Manager é o mais leve de todos, com 232 KB, esse gerenciador de partições atua como o anterior. Ele está disponível para todas as versões do Windows, inclusive o Vista.
Outra opção é o Easus Partition Manager Home Edition 3.5, que também é grátis. O WNews fez o teste deste aplicativo, um processo extremamente simples e rápido. Veja abaixo:
1- Se você usa o HD completo, em uma única partição, selecione o disco (provavelmente, o C:) e clique em “resize/move”, ou seja, redimensionar ou mover. Se já tiver partições no disco, escolha a que pretende subdividir.
2- Você verá a tela da fig.1. Mova a barra para liberar espaço para a criação de uma nova partição (verifique a quantidade de espaço que deseja ter em cada um dos “HDs”) e clique em OK.


3- Surgirá um novo campo, sem nome, com a classificaçao “unallocated” (veja fig.2). Selecione-o e escolha “create”, para criar mais uma partição.


4- Escolha um nome para essa partição, o tipo (logical, para arquivos, ou primary, para o sistema operacional), a letra que irá simbolizar o drive e o sistema de arquivos. Defina o tamanho da partição e dê ok (fig. 3).


Pronto! Você já dividiu o seu espaço físico em dois (ou mais) discos lógicos!

10 de junho de 2009 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

Microsoft alerta para seis falhas críticas de segurança Atualizações já disponíveis consertam as brechas. Problemas envolvem o Windows, Office e Internet Explorer.

Em um boletim de segurança divulgado nesta terça-feira (9), a Microsoft alerta os usuários para dez vulnerabilidades recém-descobertas, que já ganharam atualizações. Seis delas são críticas (no Windows, Office e Internet Explorer), três são importantes (todas no Windows) e uma é considerada moderada.
As versões mais recentes do Windows incluem um recurso de atualização automática, que facilita a correção dessas falhas. Para conferir se as atualizações estão em dia, o internauta pode acessar esta página.
Quando descobrem essas vulnerabilidades, os golpistas da internet podem desenvolver programas para explorá-las, lembra a agência de notícias Reuters. Dessa forma, os programas com falhas de segurança passam a ser usados para crimes como roubo de identidade, envio de spam e tomada de controle dos computadores.

10 de junho de 2009 Posted by | Uncategorized | , , | Deixe um comentário

Submarino robótico atinge ponto mais profundo do oceano

Submarino robótico atinge ponto mais profundo do oceano

O submarino robótico Nereus atingiu o ponto mais profundo do oceano, uma espécie de Monte Everest às avessas, só que maior – enquanto o Everest projeta-se 8.858 metros acima do nível do mar, o Nereus atingiu 10.902 metros de profundidade.[Imagem: Woods Hole Oceanographic Institution]

O submarino robótico Nereus atingiu no domingo, 31 de Maio, o ponto mais profundo do oceano, uma espécie de Monte Everest às avessas, só que maior – enquanto o Everest projeta-se 8.858 metros acima do nível do mar, o Nereus atingiu 10.902 metros de profundidade.
Robô de controle remoto
O robô submarino é pilotado por controle remoto a partir de um navio na superfície. A imensa profundidade não permite um controle sem fios devido à atenuação que a água impõe sobre as ondas eletromagnéticas. Os comandos para o Nereus são enviados por meio de um fino, mas adequadamente resistente, cabo de fibra óptica.
Equilibrando resistência e flexibilidade, o cabo foi projetado para garantir uma grande capacidade de manobra ao submarino. Em determinadas condições, o Nereus também pode ser chaveado para um modo de navegação autônomo.
Ponto mais profundo do oceano
Localizado na Fossa das Marianas, o local onde foi feito o mergulho é agora o ponto mais profundo que se conhece em todos os oceanos da Terra. O local é uma espécie de fronteira entre duas placas tectônicas, sendo parte do Anel de Fogo do Pacífico, uma área de 40.000 km2 onde ocorre a maioria das erupções vulcânicas e dos terremotos em nosso planeta. Dados de radares indicam a possibilidade da existência de outros pontos mais profundos na região, superando os 11.000 metros.
Ao alcançar o recorde de profundidade de mergulho, o Nereus suportou uma pressão 1.000 vezes superior à pressão atmosférica ao nível do mar – uma pressão equivalente à da atmosfera de Vênus.
Apenas dois outros submarinos de pesquisa já haviam feito mergulhos de alta profundidade na Fossa das Marianas: O norte-americano Trieste e o japonês Kaiko. O Trieste, pertencente à Marinha norte-americana, não está mais em operação, e o Kaiko foi perdido no oceano em 2003. O Nereus será o primeiro a ficar à disposição da comunidade científica.
Cabos de fibras ópticas
O maior desafio para o desenvolvimento do Nereus foi o sistema de cabeamento, responsável por levar os comandos ao submarino. Submarinos robóticos tradicionais utilizam cabos de cobre reforçados por almas de aço, que são também utilizados para levar a energia que abastece o submarino.
Mas, para as profundidades que se pretendia alcançar com o Nereus, esses cabos se partiriam apenas pela ação de seu próprio peso.
O problema foi resolvido com um cabo de fibra óptica com a espessura de um fio de cabelo humano, reforçado por um revestimento de plástico. O Nereus carrega aproximadamente 40 km desse cabo, enrolados em dois carretéis, cada um do tamanho de uma caneca de café. Isso ajudou a diminuir o tamanho e o peso do submarino robótico. O suprimento de energia ficou a cargo de baterias.
Esferas de cerâmica
Outro elemento importante na diminuição do peso foi o uso de esferas cerâmicas para flutuação, em lugar das espumas usadas em outros veículos do mesmo tipo. Cada um dos dois cascos do Nereus contém aproximadamente 800 esferas ocas de cerâmica, cada uma com um diâmetro de 9 centímetros.
O Nereus mede 2,3 metros de largura por 4,25 metros de comprimento e peso 3 toneladas. Sua energia é suprida por 4.000 baterias de íons de lítio, similares às usadas em telefones celulares.

9 de junho de 2009 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

Memória “eterna” poderá guardar dados por 1 bilhão de anos

Memória “eterna” poderá guardar dados por 1 bilhão de anos

No início eram os disquetes, depois vieram os discos ópticos e agora é a vez dos pen-drives. Geração a geração da tecnologia, torna-se cada vez mais fácil e prático carregar volumes de dados cada vez maiores.

Contudo, a tecnologia ainda não resolveu um problema que está preocupando cada vez mais os pesquisadores e, sobretudo, os bibliotecários: os melhores dispositivos de armazenamento atuais têm uma vida útil entre 10 e 30 anos.

O mais durável sistema de armazenamento atual, as fitas magnéticas, tem uma vida estimada em 100 anos. E só as empresas e bancos guardam informações nesse tipo de mídia. Todo o esforço de digitação de obras científicas e artísticas, vistas hoje como sinônimo de qualidade e modernidade, trazem consigo um risco inerente: o de não poderem ser lidas dentro de poucos anos.

Memória eterna

Mas a solução pode estar a caminho. Ainda que a filosofia e a teologia não tenham conseguido produzir definições adequadas de eternidade, levando-se em conta os poucos milhares de anos da história humana na Terra, uma memória capaz de durar 1 bilhão de anos de fato merece o título de uma “memória eterna”.

O professor Alex Zettl e seus colegas da Universidade de Berkeley (EUA) criaram o protótipo de uma memória digital formada por uma nanopartícula de ferro inserida dentro de um nanotubo de carbono. Na presença de eletricidade, a nanopartícula pode ser deslocada para um lado e para o outro no interior do nanotubo, representando o 0 e o 1 digitais conforme ela esteja de um lado ou de outro.

Dois elementos destacam-se na pesquisa: o uso dos promissores, mas até agora pouco utilizados na prática, nanotubos de carbono, e o fato de que a memória não utiliza silício, o material por trás de toda a revolução tecnológica da eletrônica e da computação.

Bit eterno

No laboratório e nas simulações teóricas, os pesquisadores confirmaram que uma memória construída com esse bit de nanotubo de carbono e nanopartícula de ferro atingirá uma capacidade de armazenamento de 1 terabyte por polegada quadrada.

As simulações também mostraram que o “tempo de decaimento” do “bit eterno” – uma alteração aleatória induzida pela agitação térmica dos átomos – supera 1 bilhão de anos.

No estudo, que será publicado no exemplar de Junho do periódico científico Nano Letters, os cientistas citam o fato de que o Livro do Apocalipse de William, o Conquistador, escrito em couro no ano 1086, sobreviveu por 900 anos, chegando até nós. Mas uma versão digitalizada da obra, gravada em 1986, não pode mais ser lida em 2006, apenas 20 anos depois.

Desafios eternos

As pesquisas prosseguirão, agora na tentativa de viabilizar a fabricação dos bits eternos em larga escala. Os desafios a vencer são os mesmos com que se deparam todas as pesquisas que procuram explorar as incríveis propriedades dos nanotubos de carbono – a dificuldade de fabricá-los de forma controlada, sistemática e com alta qualidade.
Bibliografia:
Nanoscale Reversible Mass Transport for Archival Memory
G. E. Begtrup, W. Gannett, T. D. Yuzvinsky, V. H. Crespi, A. Zettl
Nano Letters
June 10 2009
Vol.: 2009, 9 (5), pp 1835-1838

2 de junho de 2009 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário